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Numa conversa informal, de amigos, uma das participantes, que eu mal conhecia (de 16/17 anos) falava convictamente do seu “cristianismo não praticante”…blá…blá… blá… celibato…blá…blá… a missa é uma seca…blá…blá. Lá falamos durante algum tempo sobre os temas habituais…
A determinada altura, já cansado de repetir os mesmos argumentos sobre a insensatez da afirmação “cristão não praticante” resolvi mudar o rumo da conversa e elogiei-lhe o que trazia ao pescoço. Perguntei-lhe: - Foi alguma dádiva familiar? -Não – Vi-o, gostei e comprei este colar! -Colar? – perguntei eu; - Sim! Este fio! – respondeu-me. - Isso que trazes ao pescoço é um terço! – Não sabias? - Terço?! Aquilo que se reza? E lá tive eu de explicar, pacientemente a “finalidade do colar”! Pois… temos perdido muitas batalhas na instauração do reino de Jesus… mas o pior é que estamos a perder a guerra da cultura! |
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